Veículos interceptados em Itatinga seriam vendidos criminosamente na Colômbia

A equipe do (TOR) Tático Ostensivo Rodoviário evitou que dois veículos alugados irregularmente fossem repassados de maneira criminosa, na fronteira do Brasil com a Colômbia. A abordagem dos policiais ocorreu na madrugada desta quinta-feira, dia 03, na praça de pedágio de Itatinga, na Rodovia Castelo Branco.   Os policiais desconfiaram das informações desencontradas dadas pelos motoristas dos dois veículos, que segundo as autoridades perceberam algo errado quando perceberam que os veículos estavam trafegando como se fosse um comboio. O primeiro motorista dirigia um GM/Tracker, e disse que alugou o carro e que pretendia ir até a cidade de Corumbá-MS para passar o final de semana prolongado. Ele também adiantou que o condutor do outro veículo, um MBenz/C180, era amigo e iria com ele para a mesma cidade. Sobre o contrato de locação do automóvel o condutor apresentou uma foto do contrato, armazenada no aplicativo de conversas WhatsApp, porém o nome que constava no documento não batia com o

Mais de 30 mil pescadores artesanais estão com registros cancelados

Mais de 30 mil pescadores artesanais estão com registros cancelados

Mais de 30 mil pescadores artesanais perderam a licença após auditoria realizada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento encontrar diversas irregularidades. Os motivos do cancelamento dos registros profissionais de pesca vão desde a falta de processo administrativo de concessão da licença, endereço de IP de estado diferente do local do registro do pescador, até informações incompletas.

Para se regularizar, o pescador tem um prazo de até dez dias úteis, a partir do dia 24, para recorrer da decisão.  Pescar sem licença resulta em multa e os valores podem variar de acordo com a legislação de cada estado.

O pescador com a licença registrada tem direito ao seguro-defeso. O benefício é pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pescador na época da piracema, quando a pesca está proibida em função do ciclo reprodutivo dos peixes.

O Ministério da Agricultura espera uma economia anual de R$140 milhões com os cancelamentos, considerando o pagamento do seguro-defeso de um salário mínimo, em média, por quatro meses.


Da Agência Brasil -edição: Fábio Massalli

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