Traficantes são presos no Santa Elisa no portão da boca de fumo

Uma dupla de traficantes foi presa na noite de ontem, no portão da boca de fumo do Santa Elisa, com maconha, crack, cocaína e dinheiro. A captura dos marginais foi feita por Policiais da Força Tática da Polícia Militar, que avistaram os dois suspeitos ao longe e perceberam que um deles ao avistar a viatura correu para o fundo do imóvel. Enquanto um dos policiais abordava um dos indivíduos no portão, o outro agente da lei conseguiu identificar que o segundo suspeito jogou uma sacola no próprio quintal. Ao verificar o que havia na sacola, os policiais não ficaram surpresos ao constatar que trata-se de 66 porções de crack prontas para a venda. Na busca pessoal os agentes encontraram com um dos traficantes mais 5 porções de crack, 3 porções de maconha, uma porção de cocaína, além de R$ 222 em dinheiro.  A dupla recebeu voz de prisão e foram conduzidos ao Plantão Policial onde foi confeccionado um Boletim de Ocorrência (B.O)  como tráfico de drogas. A dupla agora está presa à disposição

Inquisição acusou duas mulheres de Jundiaí por bruxaria no século XVIII




Se você acredita que a inquisição aconteceu apenas no outro lado do mundo, achando que no Brasil não existe resquícios da caça às mulheres acusadas de feitiçaria, então você não sabe de nada inocente.

Em 1754, a Justiça Eclesiástica de Jundiaí, interior de São Paulo, acusou Thereza Leyte e Escholástica Pinta da Silva, mãe e filha, pela prática de bruxaria.

No Tribunal do Santo Ofício elas foram incriminadas por terem estabelecido pacto com o demônio. A acusação dava conta de que elas teriam matado o primeiro marido de Escholástica, Manoel Garcia, com práticas de feitiçarias.

Quem traz à tona essa história é a pesquisadora e filóloga Narayan Porto em sua pesquisa de mestrado "Feitiçaria Paulista: Transcrição de Processo-crime da Justiça Eclesiástica na América Portuguesa do século 18".

Em seu trabalho de pesquisa Narayan analisou os manuscritos originais encontrados na Cúria Metropolitana de São Paulo sobre o processo crime referente as essas duas mulheres acusadas de feitiçaria. 

O Tribunal do Santo Ofícío


A pesquisadora busca ainda esclarecer como o Tribunal do Santo Ofício agiu na Europa e na América portuguesa e sua atividade no Brasil colonial.

O interessante dessa investigação é que ela foi realizada do ponto de vista da filologia ou seja, trazer o texto da forma como ele foi criado pelo autor. Portanto, ao mesmo tempo em que revela a história das supostas feiticeiras, o estudo verificou questões relacionadas ao tipo de papel utilizado na escrita, a tinta, as abreviaturas e outros aspectos da língua portuguesa do século 18.

O trabalho foi apresentado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP como parte do  projeto Bruxas Paulistas, sob orientação do professor Marcelo Módolo, do Programa de Pós-Graduação em Filologia e Língua Portuguesa.

A Inquisição no Brasil 


No Brasil, a inquisição se consolidou por meio do Tribunal do Santo Ofício, que recebia visitas de inquisidores vindos de Portugal para investigar comportamentos e práticas diferentes dos estabelecidos pela igreja católica.

Porém o movimento católico que foi criado para combater heresias e ameaças à fé cristã e começou no período colonial Europeu.

A caça às bruxas já vinha ocorrendo em países como França, Itália e Portugal a partir do século 12.

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Com informações - Jornal da USP 

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