Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Cientistas do Amanhã busca despertar interesse pela ciência



O projeto Cientistas do Amanhã busca despertar interesse pela ciência e está sendo promovido pelo  polo da Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia (LiNA) do câmpus da Unesp de Botucatu, a iniciativa busca aproximar os estudantes do ensino médio da universidade e despertar o interesse pelo meio científico.

A ação foi desenvolvida pensando no baixo interesse dos alunos do ensino médio, principalmente os de escola pública, pelo universo científico e pelo ingresso nas universidades.

As escolas que irão participar das atividades serão a E.E Prof. Pedro Torres, E.E Anselmo Bertoncini e a ETEC Dr. Domingos Minucucci Filho. Mais de cem alunos já estão inscritos para participar o projeto.

A iniciativa da LiNA conta com a colaboração do projeto de extensão da Unesp Botucatu "Meninas na Ciência"; do podcast de divulgação científica "Resenha com Ciência"; da professora Ariane Leite Rozza, do Insitituto de Biociências da Unesp e da bióloga Mônica Lopes Ferreira, do Laboratório de Toxinologia Aplicada do Instituto Butantan.

O projeto é constituído por três etapas. Na primeira delas, os alunos inscritos realizarão, semanalmente, capacitações e gincanas que abordem de forma simplificada conceitos vistos anteriormente em sala, em temas como extração de material genético e o funcionamento de um teste de DNA, por exemplo. As capacitações serão iniciadas dia 24 de abril e a previsão de encerramento em 27 de novembro.

Na segunda etapa será disponibilizado aos alunos uma história em quadrinhos elaborada pelos colaboradores do projeto retratando temas pertinentes ao universo científico.

Serão trabalhados os temas: o que é ciência; quem pode ser cientista; o que é Biotecnologia; como funciona a metodologia científica e a importância das universidade.

O livro será financiado pelo CeTICS (Centro de Toxinas, Resposta-Imune e Sinalização Celular), da qual faz parte a pesquisadora Mônica Lopes Ferreira. A terceira etapa é a realização de uma  Feira de Ciências, ainda sem previsão de realização devido à pandemia da Covid-19.

Os interessados em contribuir para custear os gastos com o desenvolvimento das atividades podem fazê-lo por esse Link ou esse outro link 


Comentários