Polo Cuesta inicia construção de Planejamento Estratégico para o Turismo Regional

O Consórcio Polo Cuesta, em parceria com o Instituto Jatobás, deu início à construção de um Planejamento Estratégico para o turismo. Este documento irá auxiliar os municípios da região a compreender, estruturar e integrar ações para este setor nos próximos anos. O primeiro encontro foi realizado no último dia 25 de novembro, na Fazenda dos Bambus, em Pardinho, e contou com a presença de dirigentes municipais de turismo da região, que agrega nove cidades: Anhembi, Avaré, Bofete, Botucatu, Itatinga, Paranapanema, Pratânia, Pardinho e São Manuel. “Trata-se de uma iniciativa inédita para o consórcio, que em 2021 está completando 20 anos. Estamos em um momento de transformação. Precisamos planejar para executar com sucesso todos os nossos sonhos para este setor”, diz Thiago Henrique Donini, diretor executivo do Polo Cuesta. “Queremos nos estruturar, unir e organizar como progredir, olhar os futuros possíveis e construí-los, beneficiando a nossa região. Especialmente a economia local que o

Homem perde a perna e reaprende a viver com ajuda de cavalo

Homem perde a perna e reaprende a viver com ajuda de cavalo


Charles Robbins-Linford nunca pensou em ter um cavalo em casa, mas ele não consegue mais se ver de outra maneira. Amerigo, uma égua branca que simplesmente bate na porta e vai entrando, sempre que quer, sem precisar pedir licença.

Charles precisou trocar a porta por uma que ajudasse a ver quando a égua se aproximasse e facilitasse a entrada do animal para dentro da casa. Amerigo faz até mesmo as refeições junto a família, comendo tranquilamente uma boa quantidade de cenouras e, às vezes, tentando tomar o café do tutor, que se diverte com a amiga, que ele chama de “gigante gentil”.

O homem conta que a encontrou durante um resgate em Montana, nos Estados Unidos, e a primeira coisa em que pensou foi em como aquele animal era incrível. No início, ele começou montar e sair para cavalgar com ela, até que sofreu um acidente.


“Ela tinha ficado muito ansiosa, por isso não era ela mesma e não parava de me dizer que não queria ser montada. Eu, como ser humano, fiz tudo errado. Acabei me levantando em cima dela, ela me deixou de lado, e eu acabei por me enterrar debaixo dela, e ela desceu em cima de mim com seu casco de costas e esmagou minha perna, logo abaixo do joelho", contou.

Após o acidente, ele passou por seis cirurgias e, na sétima, precisou ter a perna amputada. Durante a recuperação, Amerigo foi o maior suporte emocional que recebeu. A égua apoiava a cabeça pela janela e o fazia companhia.

“Ela estava lá por mim. Ela estava me mostrando que eu precisava perdoar a mim mesmo e não precisava perdoar a ela. Ela não precisava de meu perdão, ela precisava do meu amor”, contou ele.

Charles diz que o vínculo que tem com Amerigo é maior do que o que jamais terpa com qualquer outro animal.  “Ela é como eu perdi a minha perna, e ela também é como eu reaprendi a viver”, afirmou.

"Eu amo a parte ousada dela tanto quanto as partes doces, onde ela vem correndo até mim para me consolar. Quando está invadindo a casa porque está chovendo lá fora, ou por causa de um cervo, ou mesmo quando ela quer dar uma lambida em um copo”, brincou.

Para o homem, que também tem outros animais de estimação, Amerigo significa amor incondicional. “Ela significa compaixão e a capacidade de viver a vida ao máximo”, disse.

Charles se sente incrivelmente sortudo de ter a amiga equina em sua vida e garante que não poderia ser uma pessoa melhor sem ela.

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