Começa o recapeamento da Rodovia Alcides Soares

Começou na última quarta-feira, 19, a tão esperada obra de recapeamento asfáltico da Rodovia Alcides Soares, que liga Botucatu ao distrito de Vitoriana. O recapeamento terá ao todo 12 quilômetros de extensão, desde a região do Residencial Cachoeirinha, até a chegada a Vitoriana. A obra terá supervisão do Departamento de Estradas e Rodagem, do Governo Estadual e também da Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria de Infraestrutura. Os trabalhos estão sendo executados pelo Grupo Sanson, vencedor do processo licitatório. “Estive na obra, junto ao Secretário de Infraestrutura Rodrigo Taborda para acompanharmos o início dos trabalhos. É uma obra esperada há muito tempo pela nossa população e por isso faremos questão de acompanhar cada metro de asfalto novo para garantir que tudo seja executado da melhor maneira”, afirmou o Prefeito Mário Pardini. A expectativa é de que a obra dure 6 meses. O trânsito no local durante esse período funcionará, em alguns trechos, em esquema de “pare e sig

Caso família Richthofen, o latrocínio que chcou o Brasil

Caso família Richthofen, o latrocínio que chcou o Brasil

No dia 31 de outubro de 2002, Manfred e Marisia Richthofen foram brutalmente mortos enquanto dormiam no quarto do casal, com golpes de instrumento contundente. Na casa, o quarto e o escritório estavam revirados e dinheiro havia sido subtraído, aparentando tratar-se de um “latrocínio” (roubo com resultado morte). 

Os experientes policiais civis do Departamento de Homicídios (DHPP), entretanto, desde o início desconfiaram que a cena do crime havia sido forjada, e passaram a suspeitar que os criminosos estariam dentre pessoas próximas da casa.


No curso das investigações, em poucos dias, a Polícia Civil apurou que os autores do crime eram a filha do casal, Suzane Richthofen, então com 19 anos, o namorado dela, Daniel Cravinhos, de 21 anos, e o irmão dele, Christian Cravinhos, de 26 anos.

Chamou a atenção dos policiais que, após o crime, Christian comprou uma motocicleta à vista, utilizando dólares. Além disso, três dias após a morte dos pais, Suzane comemorou seu aniversário com os irmãos Cravinhos.

Em interrogatório, Suzane, Daniel e Christian confessaram o assassinato e deram detalhes sobre o duplo homicídio. Eles disseram que o irmão de Suzane desconhecia o plano para matar o casal.


O crime foi praticado porque os pais de Suzane reprovavam o namoro dela com Daniel Cravinhos.

Os criminosos levaram dois meses para planejar o crime. Na data combinada, próximo do aniversário de Suzane, ela levou seu irmão a uma lan house. Em seguida, Daniel, Christian e Suzane foram até a casa dos Richthofen.

Primeiramente Suzane foi conferir se seus pais já estavam dormindo. Ela avisou os irmãos Cravinhos acendendo a luz do corredor. Os dois subiram as escadas e ingressaram no quarto. Daniel correu para o lado de Manfred e Christian para o lado de Marisia. Em seguida, os irmãos Cravinhos golpearam as vítimas na cabeça com barras feitas de ferro e madeira.

Suzane ainda pegou sacos de lixo para sufoca-los. Os criminosos ainda introduziram uma toalha molhada na boca de Marisia e cobriram o rosto de Manfred com outra toalha

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