Pinacoteca recebe exposição “Em Volta do Tempo”, de Renata Egreja, em outubro

As telas da artista plástica paulista Renata Egreja serão a atração da programação da Pinacoteca “Fórum das Artes”, de Botucatu, a partir do dia 10 de outubro. A exposição “Em volta do tempo”, é resultado do Prêmio de Artes Visuais do ProAC LAB 2020, incentivado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura do Governo Federal.  Na cidade de Botucatu ela recebe o apoio das secretarias de Cultura e Educação, em parceria com o Museu Botucatu. A mostra mescla trabalhos inéditos de Egreja, apresentando 5 telas grandes sobre tela e 10 aquarelas, além da instalação imersiva “Mesa Posta” (2021), que convida o espectador a mergulhar na obra e observá-la desta perspectiva, com cores e formas sugerindo sons e movimento, propondo um estado de encantamento. A exposição, que ocupará duas salas e o átrio da Pinacoteca, faz parte de um projeto que remete a experiência de retorno à terra natal. Lugar em que a artista cresceu e agora regressa com um olhar

Caso família Richthofen, o latrocínio que chcou o Brasil

Caso família Richthofen, o latrocínio que chcou o Brasil

No dia 31 de outubro de 2002, Manfred e Marisia Richthofen foram brutalmente mortos enquanto dormiam no quarto do casal, com golpes de instrumento contundente. Na casa, o quarto e o escritório estavam revirados e dinheiro havia sido subtraído, aparentando tratar-se de um “latrocínio” (roubo com resultado morte). 

Os experientes policiais civis do Departamento de Homicídios (DHPP), entretanto, desde o início desconfiaram que a cena do crime havia sido forjada, e passaram a suspeitar que os criminosos estariam dentre pessoas próximas da casa.


No curso das investigações, em poucos dias, a Polícia Civil apurou que os autores do crime eram a filha do casal, Suzane Richthofen, então com 19 anos, o namorado dela, Daniel Cravinhos, de 21 anos, e o irmão dele, Christian Cravinhos, de 26 anos.

Chamou a atenção dos policiais que, após o crime, Christian comprou uma motocicleta à vista, utilizando dólares. Além disso, três dias após a morte dos pais, Suzane comemorou seu aniversário com os irmãos Cravinhos.

Em interrogatório, Suzane, Daniel e Christian confessaram o assassinato e deram detalhes sobre o duplo homicídio. Eles disseram que o irmão de Suzane desconhecia o plano para matar o casal.


O crime foi praticado porque os pais de Suzane reprovavam o namoro dela com Daniel Cravinhos.

Os criminosos levaram dois meses para planejar o crime. Na data combinada, próximo do aniversário de Suzane, ela levou seu irmão a uma lan house. Em seguida, Daniel, Christian e Suzane foram até a casa dos Richthofen.

Primeiramente Suzane foi conferir se seus pais já estavam dormindo. Ela avisou os irmãos Cravinhos acendendo a luz do corredor. Os dois subiram as escadas e ingressaram no quarto. Daniel correu para o lado de Manfred e Christian para o lado de Marisia. Em seguida, os irmãos Cravinhos golpearam as vítimas na cabeça com barras feitas de ferro e madeira.

Suzane ainda pegou sacos de lixo para sufoca-los. Os criminosos ainda introduziram uma toalha molhada na boca de Marisia e cobriram o rosto de Manfred com outra toalha

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