Pinacoteca recebe exposição “Em Volta do Tempo”, de Renata Egreja, em outubro

As telas da artista plástica paulista Renata Egreja serão a atração da programação da Pinacoteca “Fórum das Artes”, de Botucatu, a partir do dia 10 de outubro. A exposição “Em volta do tempo”, é resultado do Prêmio de Artes Visuais do ProAC LAB 2020, incentivado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura do Governo Federal.  Na cidade de Botucatu ela recebe o apoio das secretarias de Cultura e Educação, em parceria com o Museu Botucatu. A mostra mescla trabalhos inéditos de Egreja, apresentando 5 telas grandes sobre tela e 10 aquarelas, além da instalação imersiva “Mesa Posta” (2021), que convida o espectador a mergulhar na obra e observá-la desta perspectiva, com cores e formas sugerindo sons e movimento, propondo um estado de encantamento. A exposição, que ocupará duas salas e o átrio da Pinacoteca, faz parte de um projeto que remete a experiência de retorno à terra natal. Lugar em que a artista cresceu e agora regressa com um olhar

Polícia Civil descobre fraudes em corretoras para compra e venda de moedas virtuais

Polícia Civil descobre fraudes em corretoras para compra e venda de moedas virtuais


Na manhã desta quinta-feira (22), a 1ª Delegacia de Polícia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração, Combate à Corrupção e Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) descobriu descobre fraudes em corretoras para compra e venda de moedas virtuais e deflagrou a “Operação Exchange”, objetivando o cumprimento de 6 mandados de busca, em Diadema e na Capital.

As ordens judiciais foram emanadas de investigações relacionadas à atuação de corretoras voltadas à intermediação de compra e venda de moedas virtuais (bitcoins) para empresas fictícias/inidôneas constituídas em nome de “laranjas” e criadas com o objetivo de propiciar aos seus idealizadores acesso ao sistema bancário.

Investigações preliminares apontaram que empresas transacionaram vultuosas quantias entre si e, em seguida, destinaram os valores para corretoras, responsáveis pela aquisição de ativos digitais para, posteriormente, entregar aos seus clientes o código de validação da criptomoeda (hash), que pode ser utilizado em qualquer lugar do mundo sem possibilidade de rastreio ou de vinculação à origem.

Dados de inteligência indicaram que uma dessas corretoras mantém vínculos financeiros, quase que exclusivamente, com empresas de fachada/inidôneas.

As investigações constataram que, em apenas 5 meses, a corretora transacionou aproximadamente R$ 10 milhões em moedas virtuais com, no mínimo, 6 empresas fictícias, e indicaram que outras 8 empresas adquiriram, no mesmo período, cerca de R$ 15 milhões em moedas virtuais.

Acredita-se que as corretoras investigadas, que não promovem mínima verificação da legitimidade das instituições com quem negocia, tampouco a origem dos valores transacionados, valem-se do mercado negro para obter lucro e dar aspecto lícito ao dinheiro recebido, operando conscientemente em favor de uma organização criminosa destinada à lavagem de capitais por meio de criptomoedas, ou seja, as operações destinam-se ao envio de dinheiro para empresas no exterior (Offshores) com posterior repatriação por meio de simulação de operações de vendas ou de prestação de serviços.

A Justiça aceitou a representação da Autoridade Policial e determinou o bloqueio de contas e sequestro de valores de 2 pessoas físicas e de 17 pessoas jurídicas, no total de R$172 milhões.

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