Começa o recapeamento da Rodovia Alcides Soares

Começou na última quarta-feira, 19, a tão esperada obra de recapeamento asfáltico da Rodovia Alcides Soares, que liga Botucatu ao distrito de Vitoriana. O recapeamento terá ao todo 12 quilômetros de extensão, desde a região do Residencial Cachoeirinha, até a chegada a Vitoriana. A obra terá supervisão do Departamento de Estradas e Rodagem, do Governo Estadual e também da Prefeitura de Botucatu, através da Secretaria de Infraestrutura. Os trabalhos estão sendo executados pelo Grupo Sanson, vencedor do processo licitatório. “Estive na obra, junto ao Secretário de Infraestrutura Rodrigo Taborda para acompanharmos o início dos trabalhos. É uma obra esperada há muito tempo pela nossa população e por isso faremos questão de acompanhar cada metro de asfalto novo para garantir que tudo seja executado da melhor maneira”, afirmou o Prefeito Mário Pardini. A expectativa é de que a obra dure 6 meses. O trânsito no local durante esse período funcionará, em alguns trechos, em esquema de “pare e sig

Polícia Civil descobre fraudes em corretoras para compra e venda de moedas virtuais

Polícia Civil descobre fraudes em corretoras para compra e venda de moedas virtuais


Na manhã desta quinta-feira (22), a 1ª Delegacia de Polícia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração, Combate à Corrupção e Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores, do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) descobriu descobre fraudes em corretoras para compra e venda de moedas virtuais e deflagrou a “Operação Exchange”, objetivando o cumprimento de 6 mandados de busca, em Diadema e na Capital.

As ordens judiciais foram emanadas de investigações relacionadas à atuação de corretoras voltadas à intermediação de compra e venda de moedas virtuais (bitcoins) para empresas fictícias/inidôneas constituídas em nome de “laranjas” e criadas com o objetivo de propiciar aos seus idealizadores acesso ao sistema bancário.

Investigações preliminares apontaram que empresas transacionaram vultuosas quantias entre si e, em seguida, destinaram os valores para corretoras, responsáveis pela aquisição de ativos digitais para, posteriormente, entregar aos seus clientes o código de validação da criptomoeda (hash), que pode ser utilizado em qualquer lugar do mundo sem possibilidade de rastreio ou de vinculação à origem.

Dados de inteligência indicaram que uma dessas corretoras mantém vínculos financeiros, quase que exclusivamente, com empresas de fachada/inidôneas.

As investigações constataram que, em apenas 5 meses, a corretora transacionou aproximadamente R$ 10 milhões em moedas virtuais com, no mínimo, 6 empresas fictícias, e indicaram que outras 8 empresas adquiriram, no mesmo período, cerca de R$ 15 milhões em moedas virtuais.

Acredita-se que as corretoras investigadas, que não promovem mínima verificação da legitimidade das instituições com quem negocia, tampouco a origem dos valores transacionados, valem-se do mercado negro para obter lucro e dar aspecto lícito ao dinheiro recebido, operando conscientemente em favor de uma organização criminosa destinada à lavagem de capitais por meio de criptomoedas, ou seja, as operações destinam-se ao envio de dinheiro para empresas no exterior (Offshores) com posterior repatriação por meio de simulação de operações de vendas ou de prestação de serviços.

A Justiça aceitou a representação da Autoridade Policial e determinou o bloqueio de contas e sequestro de valores de 2 pessoas físicas e de 17 pessoas jurídicas, no total de R$172 milhões.

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