Veículos interceptados em Itatinga seriam vendidos criminosamente na Colômbia

A equipe do (TOR) Tático Ostensivo Rodoviário evitou que dois veículos alugados irregularmente fossem repassados de maneira criminosa, na fronteira do Brasil com a Colômbia. A abordagem dos policiais ocorreu na madrugada desta quinta-feira, dia 03, na praça de pedágio de Itatinga, na Rodovia Castelo Branco.   Os policiais desconfiaram das informações desencontradas dadas pelos motoristas dos dois veículos, que segundo as autoridades perceberam algo errado quando perceberam que os veículos estavam trafegando como se fosse um comboio. O primeiro motorista dirigia um GM/Tracker, e disse que alugou o carro e que pretendia ir até a cidade de Corumbá-MS para passar o final de semana prolongado. Ele também adiantou que o condutor do outro veículo, um MBenz/C180, era amigo e iria com ele para a mesma cidade. Sobre o contrato de locação do automóvel o condutor apresentou uma foto do contrato, armazenada no aplicativo de conversas WhatsApp, porém o nome que constava no documento não batia com o

WhatsApp na aula: o que fazer para tirar o melhor proveito da ferramenta?

WhatsApp na aula: o que fazer para tirar o melhor proveito da ferramenta?

WhatsApp na aula? como tirar o melhor proveito da ferramenta afinal lidar com celulares em sala já foi uma questão que dividiu a opinião de educadores antes da pandemia. Só que agora com o distanciamento social e o ensino a distância e remoto, dependendo da realidade, o whatsapp é o principal meio que os estudantes possuem para acesso aos conteúdos escolares.

Ao menos é isso que mostrou a pesquisa Painel TIC Covid-19. O uso do aplicativo de mensagens WhatsApp para repassar conteúdos e manter contato entre professores e alunos tornou-se parte do cotidiano das aulas.

A inserção da tecnologia é vista como um auxílio na aprendizagem. Mas no caso do WhatsApp, por exemplo, alguns outros desafios se apresentam, tais como delimitar horários de uso, interação com as famílias e maneiras de engajar os estudantes. Outras questões tem a ver com a natureza do aplicativo, para comunicação, e não para ser um ambiente virtual de aprendizagem.

Estabeleça combinados

Professores e professoras que utilizam o WhatsApp para repassar os conteúdos aos alunos precisam ser bem claros quanto à necessidade de uso e horários que estarão disponíveis para tirar dúvidas e atender estudantes. Quem reforça isso é a professora Cristiane Dias, do EEF Professor Lapagesse, em Criciúma (SC). Ela conta que a coordenação deixou claro, durante as reuniões de pais, os momentos de contato via WhatsApp entre professor e aluno.

Ser bastante transparente sobre os horários, para Cristiane, é o que facilita a ela poder trabalhar e não ver cruzarem uma fronteira maior do que a devida entre trabalho e escola. Não que o professor não deva prestar atendimento ao aluno caso seja acionado, mas é preciso e saudável, tanto para os alunos quanto para o corpo docente que esses limites sejam obtidos.

Uma das grandes reclamações dos professores está justamente nessa dificuldade entre separar tempo de atividades e ter inclusive um próprio descanso. Outra ação que pode facilitar nessa questão é ter dois números de telefone, um exclusivo para o atendimento aos alunos, e outro número pessoal. Quem aponta isso é o professor Greiton Toledo de Azevedo, do IFGoiano (Instituto Federal Goiano), em Ipameri (GO). Ele próprio adotou essa tática, e já combinou com os alunos quando e como eles podem entrar em contato. No caso de dúvidas, se elas aparecerem fora do horário, ele diz que responde, mas em momento oportuno.

Uma ótima maneira de lidar com o tempo é, segundo Greiton, conversar com a turma e fazê-los entender que os horários devem ser respeitados. Não se trata de uma ordem vertical, mas trazer os estudantes para o protagonismo também, ele diz.

A presença da família também é importante no incentivo aos estudantes que estão em casa. Contudo, não é tarefa de pais e mães a aplicação das atividades, mas podem colaborar dando apoio sempre que possível. O contato de familiares com professores também deve ser compactuado em conjunto e os professores devem também conversar e estabelecer horários para a comunicação.

Dificuldade de engajamento e agora?

Usar o WhatsApp também pode ter uma outra dificuldade que é se fazer ser entendido e garantir que a informação que chega aos alunos é inteligível. É aqui que professores e professoras vão precisar exercitar a criatividade na hora de aplicar os conteúdos.

O aplicativo de mensagens é uma ferramenta de apoio, é preciso reforçar, e pode ser usada de maneira efetiva para iniciar uma conversa que pode ser retomada em sala na aula seguinte, por exemplo. É assim que a professora Cristiane Dias atua. Ela compartilha com os grupos links de músicas e vídeos, por exemplo, para que a turma veja via WhatsApp e retoma no próximo encontro numa espécie de sala de aula invertida.

As dificuldades de engajamento existem – seja no esquema vídeo chamada, seja no aplicativo de mensagens. E a criatividade do professor pode ser trabalhada em conjunto com o aluno, trazendo-os para dentro do processo todo de aprendizagem.

É utilizando o aplicativo de mensagens, por exemplo, que o professor consegue trabalhar diferentes tipos de comunicação, como oral e escrita.

Outro ponto de destaque é que existe um problema estrutural de acesso a dispositivos eletrônicos. Tendo isso em vista, procure usar com moderação arquivos que ocupem muita  memória do telefone (vídeos, por exemplo).

Resumindo:

– Seja sempre claro e direto nos motivos de estar usando WhatsApp

– Combine com a turma como farão esse uso

– Use a criatividade na hora de enviar conteúdos. Crie uma sensação de expectativa para o que vai acontecer na próxima aula

– Lembre sempre que o aplicativo de mensagens deve ser uma ferramenta de apoio e deve ser usada com outras ferramentas.

Da Agência Porvir

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