Veículos interceptados em Itatinga seriam vendidos criminosamente na Colômbia

A equipe do (TOR) Tático Ostensivo Rodoviário evitou que dois veículos alugados irregularmente fossem repassados de maneira criminosa, na fronteira do Brasil com a Colômbia. A abordagem dos policiais ocorreu na madrugada desta quinta-feira, dia 03, na praça de pedágio de Itatinga, na Rodovia Castelo Branco.   Os policiais desconfiaram das informações desencontradas dadas pelos motoristas dos dois veículos, que segundo as autoridades perceberam algo errado quando perceberam que os veículos estavam trafegando como se fosse um comboio. O primeiro motorista dirigia um GM/Tracker, e disse que alugou o carro e que pretendia ir até a cidade de Corumbá-MS para passar o final de semana prolongado. Ele também adiantou que o condutor do outro veículo, um MBenz/C180, era amigo e iria com ele para a mesma cidade. Sobre o contrato de locação do automóvel o condutor apresentou uma foto do contrato, armazenada no aplicativo de conversas WhatsApp, porém o nome que constava no documento não batia com o

Projeto de aluna de Fatec recebe R$ 300 mil da Fundação Banco do Brasil

Projeto de aluna de Fatec recebe R$ 300 mil da Fundação Banco do Brasil



O projeto #FaçaumBemINCRÍVEL coordenado pela aluna aluna da Fatec, Simone Silotti, recebeu R$ 300 mil da Fundação Banco do Brasil e doará 2,5 mil cestas básicas à população carente dos municípios de Mogi, Suzano e Biritiba Mirim, todos na Região Metropolitana de São Paulo.

A iniciativa solidária da estudante do curso superior de tecnologia de Agronegócio da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Mogi das Cruzes, também venceu uma premiação do jornal Folha de S. Paulo.

Como Simone se associou à Cooperativa dos Produtores Rurais de Jundiapeba e Região (Cooprojur) para que seu trabalho ganhasse escala, o valor será entregue a essa entidade. Segundo ela, serão distribuídos nove quilos de frutas, verduras e legumes e outros nove de arroz, feijão, açúcar e farinha para cada família, além de alguns itens de higiene.

A Fundação Banco do Brasil, que tradicionalmente apoia projetos de agricultura familiar, buscava organizações em todo o Brasil para dar continuidade à campanha Proteja e Salve Vidas, que em 2020 distribuiu R$ 14,2 milhões, beneficiou 5,5 mil agricultores familiares e atendeu 255 mil pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Nós buscávamos alguém que tivesse coragem, mobilização, logística, capacidade de articulação, rede de produção”, enumera a assessora da Fundação, Rosângela D’Angelis Brandão, ao explicar a escolha do projeto liderado pela aluna da Fatec.

Combate à fome


A iniciativa de Simone consiste em comprar os alimentos que os agricultores de Mogi das Cruzes não conseguiram vender e entregá-los para Organizações Não-Governamentais (ONGs) e comunidades carentes. Doações feitas por empresas e por pessoas físicas custeiam a operação. Assim, o projeto ajuda os produtores rurais e combate à fome.

Até hoje já foram distribuídas cerca de 200 toneladas de produtos agrícolas, principalmente hortaliças, em 13 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, Cubatão, Praia Grande, Taubaté e Campinas.

Além de evitar o desperdício de alimentos levando comida à mesa de quem mais precisava, a iniciativa também ajudou a evitar demissões no campo. “Na horticultura, 40% dos trabalhadores são mulheres, muitas delas negras, de baixa escolaridade e chefes de família”, explica Simone.

Apenas para citar um exemplo, em março, o #FaçaumBemINCRÍVEL doou meia tonelada de cogumelos à Gastromotiva, uma organização que oferece formações profissionais para que seus alunos se tornem empreendedores, auxiliares e chefs de cozinha, replicadores da sua metodologia. Durante a pandemia, essa entidade montou seis cozinhas solidárias, que atendem a população de rua e comunidades carentes.  Os cogumelos foram usados em 14 mil refeições, ao longo de duas semanas. Além disso, foi preciso compartilhar a doação com quatro parceiros para que nada fosse desperdiçado.

Simone quer ampliar as doações para cozinhas solidárias e diz que é preciso atrair empresas para patrocinar essas ações. “Isso evita demissões e prejuízo no campo e combate a fome”, afirma. Rosângela alerta para um outro aspecto: “Sem capital, os produtores rurais podem não conseguir plantar futuramente e isso pode desabastecer o mercado interno”. Ela explica que é a agricultura familiar que produz o que o brasileiro consome. Os grandes produtores destinam a maior parte da produção para exportação.

Além de se associar à Cooprojur, Simone também decidiu iniciar um MBA (sigla de Master of Business Administration) sobre Gestão de Projetos na Universidade de São Paulo (SP) para ganhar mais conhecimentos e dar continuidade à iniciativa que já ajudou tanta gente. O #FaçaumBemINCRÍVEL está concorrendo ao prêmio Empreendedor Social do Ano-Legado Pós-Pandemia, da Folha de S. Paulo, que conta com votação popular, e a um prêmio da Bloomberg Philanthropies.

Do Governo do Estado de São Paulo

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