Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Os 11 piores desastres ambientais da história



O homem domina a cadeia alimentar e é considerado o ponto alto da evolução e talvez por esses motivos seja também responsável por desastres ambientais capazes de mudar a forma como povoamos o planeta. Nessa postagem elencamos os 11 piores desastres ambientais da história, provocados pelo ser humano.

São cenários químicos, de guerra e poluição capaz de fazer qualquer inteligência superior ter o desejo de resetar o planeta e recomeçar a humanidade do zero.

Não elencaremos as catástrofes por ordem de piores danos, apenas separaremos aquelas que consideramos mais graves e cabe ao leitor definir aquelas que mais afetaram o modo de vida dos moradores ao redor



1) O Vazamento de Cubatão afetou os Moradores da Vila Socó (atual Vila São José), de Cubatão (SP), que perceberam o por volta das 22h30 do dia 24 de fevereiro de 1984 um vazamento de gasolina em um dos oleodutos da Petrobrás que ligava a Refinaria Presidente Bernardes ao Terminal de Alemoa. A tubulação, passsava em uma vila constituída por palafitas.

O acidente foi provocado por um operador, que alinhou de forma errada um dos mecanismos da tubulação e isso iniciou uma transferência de gasolina para uma tubulação fechada. A pressão provocou uma ruptura o que espalhou mais de 700 mil litros de gasolina pelo mangue.

Pensando em lucro fácil, moradores tentaram coletar e armazenar a gasolina em suas residências. Paryte do que não foi coletado pelos residentes local, se espalhou pela região alagada graças à movimentação das marés. Aproximadamente 2 horas depois, teve início um incêndio que se espalhou por toda a área de mangue chegado às residências. Não precisamos dizer que as palafitas pegaram fogo.



Oficialmente o acidente provocou a morte de 93 pessoas, entretanto, fontes extra oficiais acreditam que o número ao todo foram mais de 500 vítimas fatais, esse dado toma como base a quantidade de alunos que deixaram de  ir às aulas devido a morte de famílias inteiras, com isso ninguém apareceu para reclamar os corpos. Os hospitais registraram dezenas de feridos e a vila foi parcialmente destruída.

2) O acidente radioativo de Goiânia, conhecido como acidente com o césio-137, foi uma contaminação classificada como nível 5 (acidentes com consequências de longo alcance) na Escala Internacional de Acidentes Nucleares, que vai de zero a sete, em que o menor valor corresponde a um desvio, sem significação para segurança, enquanto no outro extremo estão localizados os acidentes graves.

Tudo começou em 13 de setembro de 1987, quando um aparelho de radioterapias foi encontrado dentro de uma clínica abandonada, no centro de Goiânia, em Goiás por catadores de um ferro-velho do local.

Os catadores entenderam tratar-se de sucata e decidiram desmontar o aparelho e repassar para terceiros, provocando assim um rastro de contaminação, que afetou seriamente a saúde de centenas de pessoas.

O acidente com césio-137 foi o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo ocorrido fora das usinas nucleares, além de também ser considerado o maior incidente com fonte radioativa desde sempre.



3) Em 1957 um vazamento o corrido na cidade de Kyshtym, Rússia, o sistema de resfriamento de um dos reatores da usina nuclear de Mayak falhou, gerando uma explosão e espalhando uma nuvem de radiação com aproximadamente 20 mil km². Como aconteceu em época de Guerra Fria, por questões políticas, o governo acobertou o escândalo, evacuando a população em segredo e escondendo a gravidade do problema. Após isso, estima-se que mais de 8 mil pessoas tenham morrido vítimas de radiação, com vestígios de contaminação até hoje na região.



4) A contaminação de Seveso ocorreu em dia 10 de julho de 1976, na cidade de Seveso, na Itália, tanques de armazenagem na indústria química ICMESA romperam, liberando assim vários quilogramas da dioxina TCDD (2,3,7,8-tetraclorodibenzo-p-dioxina) na atmosfera e o produto espalhou-se por grande área na planície Lombarda, entre Milão e o lago de Como.

Devido à contaminação, 3000 animais morreram e outros 70000 foram sacrificados, o sacrifício evitou a entrada da dioxina na cadeia alimentar. Ao que tudo indica não houve vitimas humanas diretamente vinculadas ao acidente, mas 193 pessoas nas áreas afetadas sofreram de cloracne e outros sintomas.

O acidente aconteceu durante a produção de 2,4,5-triclorofenol, um herbicida, fungicida, e produtos químicos intermediários, A ocorrência de reação química foi particularmente interessante já que ocorreu num sábado às 12h30, quando a instalação estava realmente fechada para o fim de semana e nenhum processo estava em andamento.

De alguma maneira a mistura de produtos químicos que tinham sido deixados na caldeira espontaneamente reagiram gerando suficiente calor e energia para posteriormente causar uma reação plena. Não se sabe ao certo como isto chegou a ocorrer, mas tem havido questionamentos sobre por que a instalação foi paralisada com a produção no meio de um ciclo.

Este evento mais tarde veio a ser conhecido como o Desastre de Seveso ou Acidente de Seveso. "Seveso" tornou-se símbolo de acidente ambiental industrial e incentivou a elaboração da Diretiva europeia publicada em 1982 (Diretiva 82/501/CEE),  conhecida como "Diretiva Seveso I'', que foi posteriormente modificada pela Diretiva 96/82/CEE, "Diretiva Seveso II".

Essas Diretivas tiveram o mérito de impor exigências aos estabelecimentos industriais de potencial periculosidade ambiental, com o intuito de evitar acidentes e danos ambientais decorrentes de atividades industriais. Todas as empresas da então Comunidade Econômica Eu­ropeia passaram a adotar políticas de prevenção de acidentes.

O tratamento do solo afetado foi tão completo que o nível de dioxina é agora menor que o normalmente encontrado

5) Exxon Valdez é o navio petroleiro responsável por uma vazamento de petróleo épico, ocorrido em 24 de março de 1989, quando entre 257.000 a 750.000 barris, do combustível foram lançadas ao mar, após uma colisão contra rochas submersas, que provocou um rasgo no fundo da embarcação.

O acidente aconteceu na costa do Alasca, depois de o navio encalhar na Enseada do Príncipe Guilherme (Prince William Sound) e as consequências na fauna e flora continuam sendo estudadas na região atingida.

As indenizações e custos com limpeza assumidos pela Exxon acumulam mais de quinhentos milhões de dólares.

Na época centenas de milhares de animais morreram nos meses seguintes ao vazamento do óleo. De acordo com as estimativas, morreram 260 000 pássaros marinhos, 2 800 lontras marinhas, 250 águias e 22 orcas, além da perda de bilhões de ovos de salmão. Foi o segundo maior derramamento de petróleo da história dos Estados Unidos. Na época, o navio pertencia à ExxonMobil.

Em 2002, a União Europeia proibiu a utilização de navios petroleiros de casco simples e o “Valdez”, renomeado “Mediterranean”, foi enviado para as águas da Ásia. O Mediterranean em 2007 foi convertido em navio graneleiro transportador de minérios e renomeado como “Dong Fang Ocean”. No ano de 2011, com o nome de “Oriental Nicety”, o navio foi vendido a uma companhia de sucata da Índia, Priya Blue Industries, e no ano seguinte foi desmantelado.


6) A explosão da plataforma Deepwater Horizon aconteceu no dia 20 de abril de 2010, uma terça-feira, no Golfo do México, nos Estados Unidos, a plataforma semi-submersível pertencente à Transocean era operada pela BP, afundando na quinta-feira seguinte à explosão, depois de ficar dois dias em chamas. Uma grande mancha de óleo espalhou-se e chegou à costa da Louisiana e a outros estados. Houve 22 trabalhadores que ficaram feridos e 11 mortos.

A torre estava na fase final da perfuração de um poço, no qual iriam reforçar com concreto. Processo delicado, pois há possibilidade dos fluidos serem liberados descontroladamente. No dia 20 de abril de 2010 houve uma explosão na torre, e foi no incêndio que morreram 11 pessoas.

Sete trabalhadores foram evacuados para a estação aérea naval em Nova Orleans e levados para o hospital. Barcos de apoio lançaram água à torre na tentativa de extinguir as chamas. Deepwater Horizon afundou-se em 22 de abril de 2010, em águas de aproximadamente 1,5 mil metros de profundidade, e os seus restos foram encontrados no leito marinho a aproximadamente 400 metros a noroeste do poço.

O vazamento de petróleo resultante prejudicou o habitat de centenas de espécies de aves. O estancamento do vazamento ocorreu em 17 de julho de 2010.


7) A contaminação de Minamata ocorreu em dezembro de 1956, quando quatro pacientes de Minamata, Japão, uma cidade na costa ocidental da ilha de Kyushu, foram internados no hospital. Os médicos ficaram confusos com os sintomas que os pacientes tinham em comum: convulsões severas, surtos de psicose, perda de consciência e coma. Após, febre muito alta, todos os quatro pacientes morreram.

Os pacientes eram vítimas de uma indústria que lançava dejetos com Mercúrio na baía da Minamata desde 1930. Somente 2 décadas depois, começaram surgir sintomas de contaminação: peixes, moluscos e aves morriam. Em 1956 foi registrado o primeiro caso de contaminação humana - uma criança com danos cerebrais. Muitos casos foram observados depois desta data e a moléstia ficou conhecida como Mal de Minamata.

Os médicos ficaram chocados pela alta mortalidade da doença que foi diagnosticada em treze outras pessoas, incluindo alguns de pequenas aldeias pesqueiras próximas de Minamata, que morreram com os mesmos sintomas, assim como animais domésticos e pássaros.

Foi descoberto que o fator comum de todas as vítimas, todas comeram grandes quantidades de peixes da Baía de Minamata. Pesquisadores da Universidade Kumamoto chegaram à conclusão que o mal não era uma doença, mas sim envenenamento por substâncias tóxicas.

Tornou-se claro que o envenenamento estava relacionado à fábrica de acetaldeído e PVC de propriedade da Corporação Chisso, uma companhia hidroeléctrica que produzia fertilizantes químicos. Falar publicamente contra a companhia era proibido já que ela era um empregador importante na cidade.

Com o tempo, a equipe de pesquisa médica chegou à conclusão que as mortes foram causadas por envenenamento com mercúrio mediante consumo de peixe contaminado; o mercúrio era usado no complexo Chisso como catalisador. Por isso deve-se tomar cuidado com o destino final dado às lâmpadas fluorescentes e fosforescentes queimadas, pois se lançadas em locais inapropriados podem quebrar-se, libertando vapor de mercúrio e trazendo riscos à saúde e ao meio ambiente.

A Síndrome de Minamata demorou 20 anos para se manifestar após o início da contaminação. No total, mais de 700 pessoas morreram com dores severas devido ao envenenamento. Em 2001, uma pesquisa indicou que cerca de dois milhões de pessoas podem ter sido afetadas por comer peixe contaminado. No mesmo período de tempo, foi reconhecido que 2.955 pessoas sofreram da doença de Minamata. Destas, 2.265 viveram na costa do mar de Yatsushiro


8) Vazamento de petróleo do Kuwait aconteceu em 1991, quando as tropas iraquianas abriram as válvulas dos poços de petróleo  do país que havia sido invadido, para reduzir a oferta desse recurso mineral. O Kuwait tinha produção excessiva e, com isso, forçava a queda dos preços no mercado internacional, o que motivou a invasão das forças de Saddam Hussein.

O resultado foi um derramamento de aproximadamente 240 milhões de galões de petróleo bruto no Golfo Pérsico. A mancha de óleo atingiu uma área de mais de 700 quilômetros de costa, além de causar danos irreparáveis à biodiversidade e à integridade física do Golfo


9) A Tragédia ou Desastre de Bopal foi um vazamento de gás ocorrido na noite entre 2 e 3 de dezembro de 1984 na fábrica de pesticidas Union Carbide India Limited (UCIL) em Bopal, Madia Pradexe, Índia. É considerado o pior desastre industrial da história.

Mais de 500.000 pessoas foram expostas ao gás isocianato de metila (MIC). A substância altamente tóxica atingiu várias pequenas cidades localizadas ao redor da fábrica.

As estimativas variam no número de mortes. O número oficial de mortes imediatas foi de 2.259. O governo de Madia Pradexe confirmou um total de 3.787 mortes relacionadas com a liberação do gás. Uma declaração do governo em 2006 afirmou que o vazamento causou 558.125 feridos, incluindo 38.478 ferimentos parciais temporários e aproximadamente 3.900 ferimentos graves e permanentemente incapacitantes.

Outros estimam que 8.000 morreram em duas semanas e outras 8.000 ou mais morreram desde então devido a doenças relacionadas ao gás. A causa do desastre continua em debate. O governo indiano e ativistas locais argumentam que o gerenciamento de folgas e a manutenção diferida criaram uma situação em que a manutenção rotineira do tubo causava um refluxo de água para um tanque MIC, desencadeando o desastre. A Union Carbide Corporation (UCC) argumenta que a água entrou no tanque por meio de um ato de sabotagem.



10) O desastre de Chernobil foi um acidente nuclear catastrófico ocorrido entre 25 e 26 de abril de 1986 no reator nuclear nº 4 da Usina Nuclear de Chernobil, perto da cidade de Pripiat, no norte da Ucrânia Soviética, próximo da fronteira com a Bielorrússia Soviética.

O acidente ocorreu durante um teste de segurança ao início da madrugada que simulava uma falta de energia da estação, durante a qual os sistemas de segurança de emergência e de regulagem de energia foram intencionalmente desligados.


Uma combinação de falhas inerentes no projeto do reator, bem como dos operadores dos reatores que organizaram o núcleo de uma maneira contrária à lista de verificação para o teste, resultou em condições de reação descontroladas.

A água superaquecida foi instantaneamente transformada em vapor, causando uma explosão de vapor destrutiva e um subsequente incêndio que jogou grafite ao ar livre e produziu correntes ascendentes consideráveis por cerca de nove dias.

O fogo foi finalmente contido em 4 de maio de 1986. As plumas de produtos de fissão lançadas na atmosfera pelo incêndio precipitaram-se sobre partes da União Soviética e da Europa Ocidental. O inventário radioativo estimado que foi liberado durante a fase mais quente do incêndio foi aproximadamente igual em magnitude aos produtos de fissão aerotransportados liberados na explosão inicial.

O número total de vítimas, incluindo os mortos devido ao desastre, continua a ser uma questão controversa e disputada. Durante o acidente, os efeitos da explosão de vapor causaram duas mortes dentro da instalação: uma imediatamente após a explosão e uma por uma dose letal de radiação.

Nos dias e semanas seguinte, 134 militares foram hospitalizados com síndrome aguda da radiação (SAR), dos quais 28 bombeiros e funcionários morreram em meses.Além disso, cerca de quatorze mortes por câncer induzido por radiação entre esse grupo de 134 sobreviventes ocorreram nos dez anos seguintes.

Entre a população em geral, um excedente de 15 mortes infantis por câncer de tireoide foi documentado em 2011.Levará mais tempo e pesquisa para determinar definitivamente o risco relativo elevado de câncer entre os funcionários sobreviventes, aqueles que foram hospitalizados inicialmente com SAR e a população em geral.

A catástrofe de Chernobil é considerada o acidente nuclear mais desastroso da história, tanto em termos de custo quanto de baixas. É um dos dois únicos acidentes de energia nuclear classificados como um evento de nível 7 (a classificação máxima) na Escala Internacional de Acidentes Nucleares, sendo o outro o acidente nuclear de Fukushima I, no Japão, em 2011.

A luta para salvaguardar cenários com potencial para uma catástrofe maior, juntamente com os esforços posteriores de descontaminação do entorno da usina, envolveu mais de 500 mil trabalhadores (denominados liquidadores) e custou cerca de 18 bilhões de rublos soviéticos.

Os restos do prédio do reator número 4 foram colocados em uma grande cobertura chamada "Estrutura de Abrigo", mas conhecida como "sarcófago". O objetivo da estrutura era reduzir a dispersão dos restos de poeira e detritos radioativos dos destroços, limitando assim a contaminação radioativa e a proteção do local contra intempéries. O sarcófago foi concluído em dezembro de 1986, numa época em que o que restava do reator estava entrando na fase de desligamento a frio.

O invólucro não foi planejado para ser usado como um escudo de radiação, mas foi construído rapidamente como segurança ocupacional para os funcionários dos outros reatores não danificados na usina, como o número 3, que continuou a produzir eletricidade até o ano de 2000.

Uma equipe internacional incluiu o prédio número 4 do reator e o sarcófago original em um novo e maior revestimento de última geração em 2017. O acidente motivou a melhoria da segurança em todos os reatores RBMK projetados pela União Soviética, o mesmo tipo de Chernobil, dos quais dez continuavam a alimentar redes elétricas em 2019


11) O rompimento de barragem em Brumadinho em 25 de janeiro de 2019 foi o maior acidente de trabalho no Brasil em perda de vidas humanas e o segundo maior desastre industrial do século. Foi um dos maiores desastres ambientais da mineração do país, depois do rompimento de barragem em Mariana.

Controlada pela Vale S.A., a barragem de rejeitos denominada barragem da Mina Córrego do Feijão, era classificada como de "baixo risco" e "alto potencial de danos" pela empresa. Acumulando os rejeitos de um mina de ferro, ficava no ribeirão Ferro-Carvão, na região de Córrego do Feijão, no município de Brumadinho, estado de Minas Gerais.

O desastre industrial, humanitário e ambiental causou a morte de 259 pessoas e o desaparecimento de outras 11. A tragédia fez com que o Brasil se tornasse o país com o maior número de mortes neste tipo de acidente, somando-se a outros dois desastres com perdas humanas ou graves danos ambientais: o rompimento da barragem da Herculano Mineração, em Itabirito (2014, com três mortes) e o rompimento da barragem em Mariana (2015, com dezenove mortes).
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Renato Fernandes Jornalista com ampla experiência, antes de ingressar na redação do Segue Rumo passou por importantes meios de comunicação da cidade onde reside (Botucatu), como Diário da Serra (20 anos), folha Serrana, Folha Regional, Revista O Lojista, blog O Grito Notícias, Solutudo. Experiente no jornalismo web e formado em Análise em Mídias Digitais e ampla experiência em SEO atuando ainda na redação, edição, revisão de textos, e produção de conteúdo para o Youtube


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