Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Feira de artesanato do Jequitinhonha será levada para o ambiente virtual



 A Feira de artesanato do Jequitinhonha foi levada para o ambiente virtual pois devido à pandemia, ela precisou ser cancelada em 2020 para seguir as recomendações do Ministério da Saúde e das autoridades de saúde de Minas Gerais e de Belo Horizonte.

A perspectiva é que a Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha volte ao padrão anterior ao adotado atualmente (durante a pandemia) no segundo semestre de 2021, caso as condições sanitárias permitam.

Nesse cenário, visando diminuir os impactos econômicos sobre a vida dos artesãos, a coordenação do programa desenvolveu uma mostra virtual e a série Tutorial polo de internet para artesanato, com pílulas em vídeo, para capacitar artesãos de 30 municípios e 45 associações do Vale em vendas on-line de produtos.

No site do Polo Jequitinhonha, é possível encontrar informações mas completas sobre o projeto.

A Feira de Artesanato do Vale Jequitinhonha, ocorre desde o ano 2000 no campus Pampulha, e faz parte do Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, vinculado à Diretoria de Ação Cultural (DAC), e completa 25 anos em 2021. Ao longo desse período, desenvolveu mais de 120 ações de ensino, pesquisa e extensão com a população da região.

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