Traficantes são presos no Santa Elisa no portão da boca de fumo

Uma dupla de traficantes foi presa na noite de ontem, no portão da boca de fumo do Santa Elisa, com maconha, crack, cocaína e dinheiro. A captura dos marginais foi feita por Policiais da Força Tática da Polícia Militar, que avistaram os dois suspeitos ao longe e perceberam que um deles ao avistar a viatura correu para o fundo do imóvel. Enquanto um dos policiais abordava um dos indivíduos no portão, o outro agente da lei conseguiu identificar que o segundo suspeito jogou uma sacola no próprio quintal. Ao verificar o que havia na sacola, os policiais não ficaram surpresos ao constatar que trata-se de 66 porções de crack prontas para a venda. Na busca pessoal os agentes encontraram com um dos traficantes mais 5 porções de crack, 3 porções de maconha, uma porção de cocaína, além de R$ 222 em dinheiro.  A dupla recebeu voz de prisão e foram conduzidos ao Plantão Policial onde foi confeccionado um Boletim de Ocorrência (B.O)  como tráfico de drogas. A dupla agora está presa à disposição

Tocantins destaca artesanato indígena como fonte de renda e preservação cultural



Tocantins destaca o artesanato indígena como fonte de renda e preservação cultural e ressalta o uso sustentável dos recursos de cada região habitada pelos povos indígenas tocantinenses, como fibras e sementes (tiririca, saboneteira, cabeça de formiga, boca de cobra, japecanga, entre outras).

A arte indígena das tribos de Tocantins adicionou materiais sintéticos, como miçangas, dá vida a uma infinidade de peças artesanais, de cestos, bolsas, tipitis e esteiras de uso rotineiro a maracás  feitas de cabaça e cuité para animar as festas e rituais, passando por adornos de cabeça, saias, colares com tramas ricamente elaboradas, além de uma infinidade de objetos e bonecas produzidas com madeira e cerâmica.

Devido à sua riqueza de cores, formas e usos, o artesanato é uma das mais conhecidas expressões da cultura tradicional, e há muito deixou os limites das terras indígenas para conquistar espaço de casas, empresas e corpos de não indígenas, tornando-se uma das fontes de renda das comunidades. Os conhecimentos recebidos pelos antepassados são transferidos para as gerações seguintes através da oralidade, da observação e da repetição.

“Os produtos indígenas estão sempre presentes nas feiras nacionais e internacionais de artesanato com participação tocantinense”, ressalta o presidente da Agência do Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), Jairo Mariano, ao explicar que o estímulo às atividades de fortalecimento da tradição e da geração de renda entre as comunidades indígenas é uma das preocupações da gestão Mauro Carlesse. “Temos buscado parcerias para ampliar a visibilidade e comercialização do artesanato, e a produção dos nossos povos está inserida neste planejamento”, completa.

BonecasRitxòkò


A produção artesanal dos povos tocantinenses carrega consigo referências sobre o modo de vida e as tradições de cada etnia. As mais famosas, porém, são as bonecas Ritxòkò, declaradas patrimônio cultural do Brasil em 2012. O artesanato, feito de cerâmica, é produzido pelas mulheres Karajá da Ilha do Bananal e tem um valor cosmológico, sendo fundamental para transmitir a cultura do povo para as crianças. É através da brincadeira com as bonecas que as meninas aprendem sobre o modo de vida Karajá, entram em contato os valores, as histórias e os mitos da sua aldeia e do seu povo.

A artesã Maxué Karajá ressalta que as peças são produzidas de acordo com a tradição de cada aldeia, não se restringindo ao uso do barro, mas também de madeira e outras matérias-primas.

A confecção das Ritxòkò é uma atividade exclusiva das mulheres e envolve técnicas e modos de fazer considerados tradicionais e transmitidos de geração em geração. A pintura e a decoração das cerâmicas estão associadas, respectivamente, à pintura corporal dos Karajá e às peças de vestuário e adorno consideradas tradicionais.

Fonte: Secom Tocantins

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