Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Filha de Stalin morreu na miséria em 2011


“Lamento que minha mãe não tenha se  casado com um carpinteiro” - Svetlana Stalin


A única filha do ditador russo Josef Stalin, Svetlana Stalin, morreu em novembro de 2011. Ela foi encontrada em um pequeno apartamento no estado de Wisconsin, Estados Unidos, onde passou seus últimos dias na miséria, solitária e distante dos filhos.

Svetlana nasceu em 1926 e ficou conhecida como a princesinha do Kremlin e apesar do título, sua vida pessoal não foi nada fácil.

Sua mãe, segunda esposa do ditador, se matou quando ela tinha seis anos e na adolescência, quando começou a namorar um judeu russo, seu pai interferiu e mandou o rapaz para uma Gulag (eram campos de prisioneiros de Stalin, onde os prisioneiros recebiam como punição trabalhos forçados, torturas físicas e psicológicas), onde passou dez anos.

Era bastante comum ela aparecer em fotos com o pai, isso humanizava a imagem do ditador junto à população russa, no entanto o sonho de se tornar artista, também foi negado pelo pai, que a obrigou a estudar história. Profissão que teria mais utilidade ao regime marxista russo.

A partir de 1967, após a morte do pai, perdeu seus privilégios de “princesa” e decidiu fugir para os Estados Unidos, abandonando seus dois filhos na União Soviética.
“Você não pode lamentar seu destino, mas lamento que minha mãe não tenha se  casado com um carpinteiro”, disse em certa ocasião.
Os primeiros anos na América foram bastante produtivos, ela escreveu duas autobiografias, onde criticava o pai e o regime comunista, assinando com o sobrenome da mãe, Svetlana Alliluyeva.

Entretanto, essa não foi a única vez que alterou o nome, quando se casou com um discípulo do arquiteto Frank Lloyd Wright, passou a se chamar Lana Peters.

No início dos anos 1980, decidiu retornar para a URSS, onde afirmou ter sido manipulada pela CIA, quando retornou aos Estados Unidos afirmou que a expressão  era um erro de tradução.



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Renato Fernandes Jornalista com ampla experiência, antes de ingressar na redação do Segue Rumo passou por importantes meios de comunicação da cidade onde reside (Botucatu), como Diário da Serra (20 anos), folha Serrana, Folha Regional, Revista O Lojista, blog O Grito Notícias, Solutudo. Experiente no jornalismo web e formado em Análise em Mídias Digitais e ampla experiência em SEO atuando ainda na redação, edição, revisão de textos, e produção de conteúdo para o Youtube


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