Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Baixe o manual de plantas indígenas e seus usos


O ISA (Instituto Socioambiental), junto com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, disponibilizam o “Manual de Etnobotânica – Plantas, Artefatos e Conhecimentos Indígenas“, para DOWNLOAD GRATUITO através da plataforma Issuu.

A publicação toma como base o programa de colaboração entre o instituto e pesquisadores indígenas na região do Tiquié (AM). Os trabalhos foram iniciados em 2005, e resultou em publicações e materiais educacionais relacionados ao manejo ambiental, gestão territorial, cultura, história e tecnologia. 

Com isso foi possível mapear e registrar os conhecimentos indígenas agregando informações científicas a respeito das plantas e seus usos, muitas vezes medicinais.

Para você ter uma ideia, o manual faz parte do treinamento em pesquisa e intercâmbio de conhecimentos em etnobotânica com povos indígenas da região do Alto Rio Negro (Brasil), noroeste amazônico, desenvolvido em 2016.

O objetivo é apoiar a pesquisa indígena e colaborativa, intercultural e interdisciplinar, fortalecendo o diálogo entre conhecimento indígena e conhecimento científico, de forma a estabelecer relações simétricas no processo de criação de conhecimentos.

Porém ele tem encontrado grande apelo entre pessoas em busca de um ritmo de vida alternativo, conectado com o meio ambiente.

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