Exposição “Birds na Pina - Aves de Botucatu” já está aberta para visitação

A exposição de fotografias “Birds na Pina” já está aberta ao público. Os visitantes poderão contemplar imagens de cerca de 70 espécies de aves que vivem em Botucatu, registradas por diversos fotógrafos. Promovida pela Secretaria Adjunta de Turismo, a exposição oferece aos seus visitantes experiências interessantes, como uma mostra de comedouros caseiros, vídeos sobre o tema e cantos de aves disponíveis no espaço audiovisual, jogo da memória exclusivo, painéis sobre os biomas locais e tótens de pássaros gigantes. Quem passar por lá também poderá vivenciar a experiência de entrar em uma gaiola humana, e participar de oficinas, passarinhadas, rodas de conversa, visitas guiadas, contações de histórias e encontros com os fotógrafos e outros convidados. No próximo sábado, dia 30, às 11h30, no espaço da exposição, será feito o lançamento do “Guia de aves da Demétria 2”, de Gersony Jovchelevich, que apresenta 76 novas espécies locais, todas ilustradas com fotos e breves informações para facil

Baixe o manual de plantas indígenas e seus usos


O ISA (Instituto Socioambiental), junto com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, disponibilizam o “Manual de Etnobotânica – Plantas, Artefatos e Conhecimentos Indígenas“, para DOWNLOAD GRATUITO através da plataforma Issuu.

A publicação toma como base o programa de colaboração entre o instituto e pesquisadores indígenas na região do Tiquié (AM). Os trabalhos foram iniciados em 2005, e resultou em publicações e materiais educacionais relacionados ao manejo ambiental, gestão territorial, cultura, história e tecnologia. 

Com isso foi possível mapear e registrar os conhecimentos indígenas agregando informações científicas a respeito das plantas e seus usos, muitas vezes medicinais.

Para você ter uma ideia, o manual faz parte do treinamento em pesquisa e intercâmbio de conhecimentos em etnobotânica com povos indígenas da região do Alto Rio Negro (Brasil), noroeste amazônico, desenvolvido em 2016.

O objetivo é apoiar a pesquisa indígena e colaborativa, intercultural e interdisciplinar, fortalecendo o diálogo entre conhecimento indígena e conhecimento científico, de forma a estabelecer relações simétricas no processo de criação de conhecimentos.

Porém ele tem encontrado grande apelo entre pessoas em busca de um ritmo de vida alternativo, conectado com o meio ambiente.

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