Polo Cuesta ampliará interesses em comum dos municípios

Consórcio Polo Cuesta, antes apenas dedicado ao Turismo, passará a ser multifinalitário e com foco ainda maior no desenvolvimento regional essa decisão foi tomada em assembleia realizada nesta sexta-feira (15), no auditório Cyro Pires da Prefeitura de Botucatu, quando membros aprovaram a mudança de finalidade do consórcio. Até então, o consórcio era unifinalitário, ou seja, atendia exclusivamente a um único interesse: no caso, o turístico. Com a mudança para consórcio multifinalitário, todos os municípios envolvidos poderão atuar juntos em diferentes áreas de interesse comum. “Acreditamos que essa mudança irá atender melhor aos interesses das cidades, ajudando as administrações municipais a tratarem de forma mais efetiva os desafios em comum de todos. Seja no meio ambiente, na saúde, na infraestrutura e outras áreas, nas quais serão criadas câmaras técnicas. Isso não quer dizer que o turismo será deixado de lado. Pelo contrário. Pensar o desenvolvimento regional fortalecerá ainda mais

Livre-comércio - Entenda a teoria por trás de Brasil x UE


Imagine este exemplo: A Venezuela produz milho e sapatos e a França também produz milho e sapatos e ambos comercializam entre si estes bens. Porém a França é mais eficiente na produção desses dois bens. Ela pode fabricar sapatos pela metade do preço da Venezuela e milho por um quinto do preço.

França, portanto, tem a vantagem absoluta na produção desses dois tipos de bens. Diante disso poderíamos supor que a Venezuela não poderia fazer muita coisa para competir com a França e que ao longo do tempo o país se tornaria cada vez mais pobre. Mas não é bem assim.

Neste caso, se a Venezuela se dedicasse todos os seus recursos para fabricar sapatos e a França para produzir milho, juntos acabariam produzindo mais sapatos e milhos do que se cada um produzisse individualmente.

Então a França poderia trocar o milho excessivo pelos sapatos venezuelanos, isso porque a Venezuela tem a vantagem comparativa da fabricação de sapatos, ao contrário do que ocorre com milhos, área na qual é muito menos eficiente do que os franceses.

Nada melhor do que mostrar um exemplo, com outros números, da Lei da Vantagem Comparativa do economista David Ricardo do seu livro “Princípios da economia política e tributação“ de 1817.

Por isso que países que fazem livre-comércio conseguem ser mais produtivos, produzindo mais o que sabem de melhor gerando mais empregos com produtos melhores ao preço mais justo beneficiando as populações envolvidas.

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Por: Fernando de Camargo 
Conselheiro Financeiro - Graduado em Gestão Financeira com certificação da ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais - Tel: (14) 3354-3672 -  (14) 9975-42707 

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