Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Botucatu recebe "À Beira do Abismo me cresceram Asas"


A peça teatral “À Beira do Abismo me Cresceram Asas”, com dramaturgia, direção e interpretação de Maitê Proença, chega à Botucatu, em maio. confira os detalhes

Informações da apresentação

Dia - 19/05/2019 (Domingo)
Horário - 19:30 h
Gênero - Comédia dramática
Local Botucatu - Teatro Municipal Camillo Fernandez Dinucci - Praça Coronel Moura , 27
Ingressos - Venda online no site MegaBilheteria e na bilheteria do teatro

Espetáculo repleto de poesia, emoção e bom humor


A peça teatral “À Beira do Abismo me Cresceram Asas”, com dramaturgia, direção e interpretação de Maitê Proença, tem um texto poético, repleto de emoção e bom humor.

A montagem certamente leva o público às gargalhadas com os diálogos entre Terezinha (Maitê Proença) e Valdina (Clarisse Derzié Luz).

Sem as máscaras habituais da juventude, sem qualquer cerimônia, as personagens falam sobre qualquer assunto – sexo, diferenças entre homens e mulheres, abandono, e mostra ao mesmo tempo o lado bom e o ruim de cada situação.

Embora diferentes na personalidade, Terezinha (86) e Valdina (80) têm em comum a praticidade dos que aprenderam a simplificar a vida. Portanto sabem que já não há tempo para complicá-la.

Valdina leva o dia a dia com otimismo, sem nostalgias. Porém não se engane, ela carrega um grande segredo. Paralelamente, Terezinha é de temperamento carrancudo, ainda que bem resolvido.

Sem dúvida Maitê Proença criou o texto que faz refletir sobre o tempo, as emoções da vida, a solidariedade e a importância de compartilhar, em um misto de humor e delicadez.

Informações dos sites MegaBilheteria e Teatros Art Br











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