Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Policial aborda o Homem Aranha e o que acontece depois é surpreendente


Fazendo a rotineira ronda pelas ruas da cidade de Belo Horizonte o soldado PM Longatti, encontrou o Homem Aranha em uma moto e após pedir a habilitação, convidou o herói para uma ação social no Morro do Papagaio, região carente de Minas Gerias.

O mineiro que se esconde atrás do uniforme do Homem Aranha,  para animar festas, aceitou o convite no ato e registrou o momento em seu canal do Youtube, o Miranha.

Entre um evento e outro o Homem Aranha genérico circula pelas ruas da cidade com uma câmera sobre o capacete, para registrar a reação das pessoas. O interessante é que é possível ver a abordagem sobre a perspectiva dos policiais e também do artista.

“Sou o Homem Aranha Mineiro, faço apresentações em festas infantis e eventos em geral, uso minha moto como meio de locomoção, tenho uma câmera acoplada ao meu capacete e registro a reação das pessoas pelas ruas de Belo Horizonte”, explica.

Enquanto a versão postada pelos policiais no Facebook chega a mais de 35 mil compartilhamentos e mil comentário a versão postada pelo artista chegou a quase 100 visualizações em seu canal oficial do Youtube.

“O vídeo foi na volta de um evento, recebi o pedido de um policial, não pude recusá-lo pois. Se você pode fazer coisas boas as pessoas, você tem a obrigação moral de fazer!", diz o artista na descrição de seu vídeo.

A ação social realizada na favela do Morro do Papagaio,  uma favela da Zona Sul de Belo Horizonte, com população estimada de 17 mil habitantes, 3 848 residências e uma área total de 477 mil metros quadrados, foi organizada pelo 22ª Batalhão da Policia Militar de Minas Gerais.

Confira abaixo as duas versões da mesma ação social, que está emocionando as redes sociais

Visão do Homem Aranha




Visão do policial





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