Polo Cuesta ampliará interesses em comum dos municípios

Consórcio Polo Cuesta, antes apenas dedicado ao Turismo, passará a ser multifinalitário e com foco ainda maior no desenvolvimento regional essa decisão foi tomada em assembleia realizada nesta sexta-feira (15), no auditório Cyro Pires da Prefeitura de Botucatu, quando membros aprovaram a mudança de finalidade do consórcio. Até então, o consórcio era unifinalitário, ou seja, atendia exclusivamente a um único interesse: no caso, o turístico. Com a mudança para consórcio multifinalitário, todos os municípios envolvidos poderão atuar juntos em diferentes áreas de interesse comum. “Acreditamos que essa mudança irá atender melhor aos interesses das cidades, ajudando as administrações municipais a tratarem de forma mais efetiva os desafios em comum de todos. Seja no meio ambiente, na saúde, na infraestrutura e outras áreas, nas quais serão criadas câmaras técnicas. Isso não quer dizer que o turismo será deixado de lado. Pelo contrário. Pensar o desenvolvimento regional fortalecerá ainda mais

O necessário é pouco

Não se iluda o necessário sempre será pouco, almejamos o extraordinário, mesmo que nosso consciente afirme o contrário.
Contentamento é o que nos aproxima do fim, extermina sonhos e nos coloca na condição passiva de observadores do que nos rodeia.

Isso não significa que o simples não seja o extraordinário, afinal de contas esse termo é um tanto quanto relativo.

Viajei o brasil apenas com o que me era relativamente necessário em minha juventude, uma bolsa, um mapa e muito artesanato para vender ou simplesmente trocar pelas minhas necessidades diárias.

Conheci pessoas que tinham como necessário um carro, uma boa casa, uma bela conexão com a internet e muitas mulheres; outros estavam satisfeitos apenas pela presença de seu cão de estimação. Ambos tinham, relativamente e basicamente, as mesmas dificuldade em manter suas necessidade.



Cada ponto de vista deve ser analisado de um ponto e a conclusão que eu tive é que as necessidade te privam da liberdade real. O apego à realidade e ao que temos como valor necessário para a subexistência é o que nos move pelo mundo, mantêm as engrenagens sociais em funcionamento. Mas a busca pelo extraordinário é o que nos torna maiores, nos transforma em sonhadores.

O importante não são nossas necessidades, mas sim o por que se fazem importantes: Ego, posição, social, dinheiro, liberdade, prestígio, ou  simplesmente um saco de ração e uma marmita, cada um tem o que o motiva. Podemos fazer uma listagem enorme daquilo que nos faz seguir em frente.

Me atrevo a dizer que o necessário é sonhar. Manter acesso o descontentamento, é isso que nos faz seguir em frente. Considerar o necessário como algo material é minimizar a importância de nossos objetivos, reduzir nossas metas apenas ao palpável e fácil.

Não, eu não quero apenas o necessário, pretendo conquistar o extraordinário, voar pelas estrelas, abraçar o sol, pegar carona em um cometa, andar descalço no chão de terra, mergulhar em águas profundas para conhecer criaturas abissais, circular entre leões e brincar com golfinhos.

Meu necessário não é palpável materialmente, mas é o que alimenta meus sonhos e que me impulsiona rumo ao extraordinário.....

Renato Fernandes




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