Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina

Mulheres indígenas chegam na reta final da caminhada de 2.000 km pela Argentina, isso é importante pois grupos de mulheres indígenas do país empreendem uma caminhada desde o dia 14 de março em direção à cidade de Buenos Aires. Elas chegarão no dia 22 de maio na capital federal, dia da plurinacionalidade dos territórios. Para o bloco sul, a caminhada total será de cerca de 1.900km, e, para o bloco norte, 1.200km, segundo estimativas recentes das ativistas. Também partiram grupos do leste e oeste do país, reunindo mulheres de diferentes nações indígenas. "Caminhamos para propor que o terricídio seja considerado um crime de lesa humanidade e lesa natureza", afirmam, em comunicado. "Sabemos que não é o melhor momento para sair dos territórios. No entanto, se ficamos em casa, continuam nos matando." O conceito de terricídio foi criado pelo movimento de mulheres indígenas para englobar as diversas formas de assassinato das formas de vida. Trata-se de feminicídio, ecocídio

Minha vida em trilha sonora

Acho extremamente difícil relacionar datas com acontecimentos e, com a passagem dos anos, e a idade aumentando passamos a achar cada vez mais complicado relembrar fatos ocorridos no passado.

Para exercitar o cérebro, e puxar as boas lembranças tenho um truque; recorro à música. Uma boa playlist é uma verdadeira máquina do tempo, consigo recordar detalhes de fatos que de outra forma não conseguiria.


Os técnicos sem dúvida irão teorizar, e tentar quebrar essa magia proporcionada pelas canções tentando justificar o fenômeno com a capacidade de estabelecer relação de nossa mente, mas ainda prefiro pensar como máquina do tempo.

O engraçado é que em minha playlist se encontram músicas que na época, eu nem gostava tanto ou fazia tipo e dizia que não curtia. Estão alí simplesmente por estarem relacionadas à acontecimentos que quero manter próximos.

Não sei se é só comigo, mas quanto mais os anos passam menos canções novas entram nessa playlist. Será que isso mostra que deixamos de propcur por canções novas, ou pior... Tentamos viver no passado?

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